sexta-feira, 30 de março de 2012

Fefe 2 aninhos - Festa Da Minie Rosa

Comecei a pensar na festa da minha filha em Janeiro logo que acabaram as festanças de final de ano.
Já sabia que o tema seria da Minie Rosa, porque desde que ela descobriu o Mickey ficou encantada.
Foi ai que percebi que uma festa se inicia quando começamos a pensar nela e nos preparativos. Passei horas e horas fazendo planos, mudando planos, madrugadas fazendo pesquisas da minie. Meu marido não aguentava mais me ver no computador tarde da noite com a Minie na tela.
Estou feliz por ver que todo o trabalho deu certo e que as preocupações e os cuidados valeram a pena, mesmo tendo quebrado a perna e pasando por uma cirurgia uma semana antes da festa.
Minha mãe sempre falou: “Celelebrar as coisas boas da vida é um grande privilégio”. E  minha filha será sempre o meu grande motivo para celebrar todos os dias.
A festa que era linda enquanto ainda esperava por ela, nunca irá acabar, pelo menos em nossas lembranças.
Agradeço a Deus todos os dias a linda família que me deu e em especial ao meu marido, minhas irmãs Cristiane e Karina, minha mãe, meu cunhado Jonas e meus sobrinhos Guilherme e Giovana.
Um grande beijo



quinta-feira, 29 de março de 2012

10 Coisas Que A Mãe De MENINA Precisa Saber

1) o nome de todas as princesas
2) toda mãe de menina precisa esconder bem seus batons e esmaltes preferidos… senão correm um grande risco de ficar sem…
3) esconder os sapatos e bolsas preferidas
4) saber tudo sobre as personagens da moda – Hanna Montana, iCarly,…
5 ) decorar as músicas do Justin Bieber
6) brincar, brincar e brincar… de boneca, claro!
7) que elas sonham em ser superstars!!!
8 ) precisam estar preparadas para dividir suas coisas mais preciosas… (roupas, acessórios, cremes, shampoos…) – o tempo passa voando
9) ter paciência porque as pequeninas também são teimosas e geniosas como nós, mamães… (são mulheres, né?!?!)
10) são verdadeiras PRINCESAS… então nós somos as RAINHAS, né?!?

Ser Mãe Por Carol Garcia

Carol Garcia – Mulher, mãe, jornalista. Adora um bom papo, uma boa novidade e um bom destino. Conhecer novos lugares, novos costumes e viver. Muito! Autora do blog Viajando na Maternidade, onde compartilha sua experiência e muitas dicas de toda essa viagem que é ser mãe.

Ser mãe é uma confusão. Uma mistura tão intensa de sensações e sentimentos que dificilmente quem não é entende.
Ser mãe é uma caixinha de surpresas. Toda mulher está preparada, mas não sabe. Quando chega a hora está lá, como item de fábrica.
Ser mãe é ver a barriga crescer fazendo planos. E esses são os únicos 9 meses em que você vai ter tempo para isso.
Porque ser mãe é viver um dia de cada vez, uma fralda de cada vez, uma mamada, uma soneca, manha, beicinho. Tudo de cada vez.
Ser mãe é saber que é hora de quê sem olhar no relógio. É não ver o dia passar. É saber que o mês passou só quando perguntam quanto tempo o seu filho tem.
Ser mãe é se encher de orgulho quando falam “Nossa! Que grande!”.
Ser mãe é ser assim. Forte sem ter noção da força.
É escolher com o quê ter paciência. É descobrir uma nova mulher em si a cada dia.
É não se importar com o resto do mundo, mas chorar ao pensar em que mundo seu filho vai crescer.
Ser mãe é não pensar tanto no futuro. É ter vontade de olhar fotos antigas para ver com quem ele realmente se parece.
Ser mãe, aliás, é achar que um dia ele é a sua cara, mas no outro de seu só tem o pé.
Ser mãe é achar tudo lindo, tudo engraçado, tudo novo. É estar atenta as descobertas sem interferir muito. É aplaudir o acerto e ser firme no erro.
Ser mãe é não ter sono. Ou ter e fingir que ele não existe.
É deixar de lado a vaidade, mas se achar linda com olheiras e tudo.
Ser mãe, para a maioria, é esquecer (pelo menos um pouco) que existe estria, celulite, peito caído, salto alto, bijuteria.
Ser mãe é ser polvo. É ter quantos braços forem necessários para carregar o carrinho, a bolsa, a chupeta, o paninho, o brinquedo e o filho. Ufa…
Ser mãe é procurar selo do Inmetro, peça pequena, peça grande, estímulo.
Ser mãe é conseguir. Conseguir amamentar, deixar na escola, com a babá, deixar crescer.
É conseguir entender o choro e deixar chorar.
Ser mãe é ficar parada na beira do berço. É dizer “Deus te abençoe”. É entender que o amor existe em diversas formas, inclusive nessa, tão pura e transparente.
É não pensar mais em morte, é entender a vida.
Ser mãe é aguentar o tranco.
É sentir dor nas costas, nas pernas, nos braços. E não sentir mais nada quando um sorriso se abre, quando um choro começa ou a tosse dispara.
Ser mãe é discutir com o pediatra, é questionar o medicamento, é acreditar nas dicas da avó.
Ser mãe é renovar laços. Com si próprio, com a família, com as tradições.
Ser mãe é ter e ouvir os instintos. É ser leoa, ave de rapina. É ser desconfiada como a raposa e ágil como a lebre.
Ser mãe é ser filha também. É mais aprender do que ensinar e mais ensinar do que aprender.
Ser mãe é conviver. É deixar que convivam. É aproveitar cada fase do filho e de ser mãe.
É cortar as asas e é deixar que voe.
É correr pro abraço, esquecer o cansaço e trocar a fralda, preparar o banho, a mamadeira e escolher a roupa, tudo ao mesmo tempo.
Ser mãe é estar completa.
É ter o coração quente, os olhos cheios de lágrimas, os braços cheios de força e a cabeça repleta de idéias e preocupações.
Ser mãe é ter sempre um filho a mais: o marido.
É entender o começo de tudo. É procurar explicações bem no fundo.
É suspirar. É concordar discordando.
É, desde o exame positivo, nunca mais estar sozinha, e mesmo sozinha, ter em quem pensar. É estar perto mesmo longe.
Ser mãe é seguir em frente.
É não deixar que o tempo pare e é achar que passa rápido demais.
Ser mãe é ser mãe.
Sempre.

Carol Garcia – Mulher, mãe, jornalista. Adora um bom papo, uma boa novidade e um bom destino. Conhecer novos lugares, novos costumes e viver. Muito! Autora do blog Viajando na Maternidade, onde compartilha sua experiência e muitas dicas de toda essa viagem que é ser mãe.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Mãe ou Profissional?

Nos sentimos culpadas porque ainda temos como ideal o modelo antigo da maternidade, no qual a mulher cuidava da casa, dos filhos, do marido e de si mesma tudo de forma impecável e estava sempre perto da perfeição.
Hoje, filhos, marido, casa, carga horária dobrada e o trânsito infernal, estamos nos sentindo sobrecarregadas, exautas e com o peso da sociedade  nos exigindo o velho padrão feminino da idade moderna, onde as mulheres eram consideradas "rainha do lar".
Porque queremos hoje atingir essa perfeição e ainda ter uma carreira de sucesso? Ja foi compravado que uma mulher que trabalha fora não traz nehum prejuizo social ou emocional para as crianças, pelo contrário: elas se saem melhor socialmente quando ambos os pais tem emprego.
Dá para ser uma boa mãe o suficiente, talvez não como a gente imagina que deva ser. Apesar de ja ter ouvido diversas vezes que o que vale é a qualidade não a quantidade e que criança quer quantidade. Acredito realmente que o que vale é o amor, o carinho e a atenção, nos pequenos detalhes da rotina das crianças. Esses são os momentos que estamos com eles todos os dias, e nao podemos deixar passar despercebidos.
Termino este post com um trecho de uma jornalista: ...."Meu irmão uma vez me disse que eu não ia ser uma jornalista tão boa como gostaria de ser e nem uma mãe tão boa quanto eu gostaria, mas que eu seria as duas coisas. Eu escolhi ser os dois.." E você, qual a sua escolha?

Começando uma nova experiência

Sempre tive vontade de escrever um livro, porém nunca me achei capacitada para tanto. Mas este desejo continuava martelando. No período em que estava de licença maternidade, escrevi “Aqui Começa a Minha História”. O começo da história da minha filha Maria Fernanda neste mundão de Deus. Foi um período muito lindo e maravilhoso, cercada de muito amor e carinho, com pessoas maravilhosas ao meu lado. Então decidi deixar escrito para minha filha, este momento tão importante, no qual ela era o centro de tudo. A história dela começou com o planejamento da minha gravidez  até os cinco meses de vida, período em que encerrava a minha licença maternidade. 
Depois dessa historia, a vontade só aumentou e eu decidi fazer um diário da minha vida ao qual dei o nome de  “Páginas em branco”. Iniciei em 2011, e a idéia seria alimentar todo mês com a intenção de fazer acontecer tudo o que planejei para o ano novo. Para variar, devido a correria do meu dia a dia, esqueci completamente destas páginas, salvas em meu computador da agência.
Semana passada, organizando minhas pastas de documentos da máquina, encontrei o arquivo “Páginas em Branco”, ri sozinha por não ter escrito mais nada e ter esquecido completamente.
Decidi então atualiza lo para o ano de 2012 e foi neste momento que resolvi  escrever através de um Blog.
Tenho muita vontade de compartilhar algumas experiências e algumas matérias bacanas que recebo. Então, a partir de agora começo a dividir com todos vocês.
Um grande beijo!